
” —Onde está o diretor disso aqui? —perguntou a moça, repleta de veneno e desprezo na voz.
Fils de pute, fils de pute, fils de pute, fils de pute…
Eu estava prestes a ter um colapso nervoso encarando as formas nojentas e sujas daquelas pessoas. Minha vontade era de adentrar suas mentes e torturá-los, um por um, até que não restasse mais qualquer indício de sanidade em seus seres. Porém, eu não podia me revelar dessa forma. Não era como se eu não estivesse sendo caçada por eles.
—Estou aqui, Moira. —ecoou a voz forte de Hans, enquanto cheio de seriedade, dirigia-se a passos rápidos até metade do refeitório. A tal Moira, que eu preferia chamar de vadia ruiva, levantou com os olhos estreitados e foi ao seu encontro, parando a uma distância segura dele, em um sinal de respeito mútuo.”